Sobre

Fundada em Toronto no Canadá durante os anos 80 como uma pousada simples, The Aurora nasceu para ser luz para aqueles que procuravam conforto principalmente durante as tempestades de neve que tomavam a cidade nos invernos rigorosos. Mas com o passar do tempo a antiga dona da pousada acabou envelhecendo e os filhos escolheram não continuar com o legado da mãe. Somente em 1996 após uma grande tragédia na cidade, a pousada passou a ser reconstruída por Amara Lefevre junto com os moradores da cidade e quando finalizada deixou de ser pousada e se transformou no condomínio que conhecemos hoje: o The Aurora.

Leia com atenção

1 — Todos os membros devem demonstrar respeito mútuo, sem exceções, é estritamente proibido qualquer tipo de conflito dentro e fora do jogo envolvendo questões de preconceito. Comentários insensíveis, humor de mau gosto e qualquer forma de ofensa são inaceitáveis. O descumprimento desta regra resultará no banimento permanente do jogador do grupo;
2 — A base possui formato semi aberto, ou seja, não tem problema em interagir com pessoas de fora da base. Mas não aceitamos membros que estejam em duas ou mais bases.
3 — Conteúdo NSFW não são permitidos na base;
4 — É indispensável a interação nos grupos para que tenhamos o controle de quem está ativo na base. Interações na DM, canais ou em grupos não oficiais não contam como atividade;
5 — Caso algum membro tenha interesse em fazer um evento por conta própria, deverá comunicar a base com pelo menos 3 dias de antecedência;
6 — Qualquer tipo de plot que envolve seu personagem e o de outra pessoa, deve ser discutido antes entre você e o off envolvido para evitar desconforto e surpresas negativas. Favor evitar sempre misturar ON e OFF, caso desgoste de algum personagem ou seu off, resguarde-se;
7 — Ausências longas sem justificativa levam a BANIMENTO POR INATIVIDADE. Caso seja necessário se ausentar, é de suma importância que comunique os ADM's antecipadamente para que não perca sua vaga. Caso seja banido por ausência, o membro terá a chance de voltar para a base;
8 — Fazemos o possível para ajudar novos membros a se enturmarem como administração, mas membros antigos devem se esforçar para acolher os novos e os mais introvertidos, lembramos também que novos membros devem ser receptivos com os que tentam acolhê-los.
9 — Está tudo bem não participar de um evento que não condiz com seu personagem ou você não se sente confortável, mas é importante o comparecimento do seu personagem para ajudar nas interações e no próprio evento;
10 — Estamos aceitando apenas membros +16. Mentir é por sua conta e risco, caso a administração descubra alguém abaixo dessa faixa etária o membro receberá advertência e até o banimento;
11 — Frags são permitidas, mas caso a administração perceba que alguma está sendo deixada de lado a frag em questão poderá ser removida;
12 — Compreendemos que alguns membros podem sentir mais afinidade com uns do que com outros e acabam por formar grupinhos, as panelinhas são impossíveis de controlar, mas pedimos que caso ocorra continuem interagindo com todos. Caso você sinta que está sendo excluído(a) por uma em específico, comunique a base para que possamos resolver esse problema da melhor forma sem causar desconforto para ninguém;
13 — Prezamos o conforto de todos na base, e o cumprimento das regras é fundamental para que isso aconteça, então caso perceba que alguém não está seguindo com uma das regras comunique a administração imediatamente.

A fundação

Antes de ser o condomínio conhecido por seu brilho acolhedor, o terreno onde hoje fica The Aurora era um complexo de habitação abandonado, marcado por tragédias e esquecimento. Durante os anos 80, era um conjunto habitacional simples, erguido às pressas para famílias imigrantes e trabalhadores locais — pessoas que vinham em busca de um futuro melhor em Toronto, mas acabavam esquecidas à margem da cidade.
Com o tempo, o lugar foi se deteriorando. As estruturas caíam aos pedaços, e as promessas políticas de reconstrução nunca saíam do papel. Até que um inverno particularmente cruel — o de 1996 — trouxe uma tragédia: uma falha elétrica provocou um incêndio em uma das alas, destruindo parte dos prédios e tirando vidas.
Dentre os sobreviventes estava Amara Lefevre, uma jovem professora de artes, filha de imigrantes franco-canadenses. Ela perdeu quase tudo naquela noite — amigos, casa, e a escola comunitária onde lecionava. Mas, mesmo diante do luto, Amara se recusou a deixar aquele solo se tornar ruína.
Junto de alguns antigos moradores e voluntários da cidade, ela começou uma campanha para reconstruir o lugar — não como um simples condomínio, mas como um lar nascido da solidariedade.
Amara o batizou de The Aurora, inspirada na aurora boreal que vira uma única vez, quando criança, com o pai — um fenômeno que surge apenas após longas noites frias, como um lembrete de que a beleza pode nascer do escuro.
Cada bloco do novo condomínio foi erguido com mão de obra dos próprios moradores, com tijolos doados, trabalho voluntário e pequenas doações anônimas. No centro do pátio, Amara mandou instalar uma escultura feita com fragmentos de vidro colorido recolhidos dos escombros antigos — hoje, ela reflete as luzes do pôr do sol como se dançassem no ar.
Anos depois, The Aurora se tornou um símbolo da cidade — um lugar onde pessoas de diferentes origens encontraram refúgio, recomeço e laços inesperados. Há quem diga que o condomínio tem uma energia única, como se guardasse em seus corredores o calor humano que o reconstruiu.E até hoje, nas noites mais frias, quando o vento passa pelas janelas e o vidro da escultura cintila em cores suaves, alguns moradores juram ouvir um leve sussurro — uma prece antiga, repetindo baixinho:“Mesmo após a noite mais longa… a luz volta a dançar.”